Projeto do ICH une aprendizado, cultura e musicalidade
O curso “O Cajón Brasileiro” é uma ação das Oficinas Comunitárias da Universidade de Brasília (UnB)
Por Ian Vieira
O projeto de extensão “O Cajón Brasileiro”, ministrado pelo servidor da Universidade de Brasília (UnB) e percussionista Ruiter Castro, é uma ação das Oficinas Comunitárias da UnB, organizada pelo Decanato de Assuntos Comunitários (DAC) e Diretoria de Esporte, Arte e Cultura (DEAC), com apoio do Instituto de Ciências Humanas (ICH). O objetivo do projeto é democratizar o ensino da percussão e difundir ritmos populares brasileiros utilizando o cajón.
O primeiro encontro da ação teve início na última quarta-feira (14/10). Ao todo, serão oito encontros com os participantes da comunidade interna e externa da Universidade, que aprenderão, na prática, a utilização do instrumento e a vivência musical. Para 2027, o curso será dividido em quatro turmas ao longo do ano letivo, de março a novembro.
Os oito encontros semanais ocorrem às quartas-feiras, das 12h às 14h. O horário de almoço foi escolhido estrategicamente para facilitar a participação de estudantes e trabalhadores, além de respeitar as normas acústicas e o andamento das aulas teóricas da universidade.
Para o percussionista especialista no instrumento Ruiter Castro, o cajón é um instrumento de extrema expressividade e força cultural. “No projeto na UnB, buscamos valorizar essa ancestralidade percussiva ao mesmo tempo em que promovemos a integração entre estudantes, servidores e a comunidade externa. A música tem esse poder de unir e acolher, e a resposta do público tem sido tão positiva que já estamos estruturando quatro ciclos de turmas para atender a demanda em 2027”, afirmou.
O técnico em assuntos educacionais Euler Fabiano Silva reafirmou a importância de unir ensino e cultura. “Para nós é muito importante. O cajón tem uma origem afro-peruana, e aqui no núcleo de dança, onde as aulas são realizadas, priorizamos as manifestações culturais populares brasileiras e latino-americanas”, disse
